sexta-feira, 15 de outubro de 2010

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O Sétimo Selo (1957)


(Det Sjunde Inseglet) Há meses eu venho criando coragem pra ver esse filme e não sei porque demorei tanto, ontem então, resolvi tirar o atraso e tive meu primeiro contato com Ingmar Bergman. Nascido em Uppsala, na Suécia, em 1918, Bergman - filho de um pator luterano - teve sua infância marcada por castigos psicológicos e corporais, vindo a ser temas recorrentes em suas obras. "Fez um total de 54 filmes, 39 peças para o rádio e 126 produções teatrais, onde seus temas principais eram Deus, a Morte, a vida, o amor, a solidão, o universo feminino e a incomunicabilidade entre casais".

Confesso que os primeiros minutos de O Sétimo Selo foram difíceis de digerir, perdi a concentração 5 vezes e comecei a ver tudo de novo. O filme têm cenas bastante intensas e que dificilmente vai sair da sua mente após assisti-lo; imagine um cavaleiro jogando xadrez com a morte? Sim, a vida dele está em jogo, mas esse jogo vai bem mais a fundo.

Antonius Block (Sydow), um cavaleiro que acaba de retonar de uma cruzada que durou 10 anos, questiona sua fé em Deus e na humanidade. Num silêncio um tanto quanto tenebroso, um homem vestido de preto aparece diante de Block, que pergunta: "Quem é você?", "Eu sou a morte"! A tensão toma conta do cenário porque a "partida" vai durar praticamente o filme inteiro. Com diálogos simples, mas ácidos e engraçados, cada personagem ganha uma importância diferente, ao entrar na vida de Block durante sua caminhada. Um malabarista alegre (Nils Poppe), sua mulher de beleza incontestável (Gunnel Lindblom) e o bebê, que desenterra o sentimento de inocência no filme, ao estar sempre rindo e brincando com a mãe. Os três se juntam a Antonius para fugir da peste, mas a família salva a si mesmo no momento da dança da morte.

O Sétimo Selo foi feito pra chocar, não devido as cenas fortes ou por tratar da morte/Deus tão abertamente. Mas sim, porque os questionamentos feitos por Block, são comuns até hoje! O seu personagem chega até a se aproximar de uma bruxa que está prestes a ser queimada, só para perguntar ao Demônio o que ele sabe sobre Deus, caracterizando assim seu desespero, que parecia estar a frente da sua própria vida que estava em jogo.

O Sétimo Selo é um filme que deve fazer parte da lista de qualquer cinéfilo! Espetacular!Confira também um artigo sobre a obra!



Ficha Técnica
Título original: Det Sjunde Inseglet
Gênero: Drama
Duração: 96 min
Ano de lançamento: 1957 (Suécia)
Direção: Ingmar Bergman
Roteiro: Ingmar Bergman, baseado em peça de Ingmar Bergman
Produção: Allan Ekelund
Música :Erik Nordgren
Fotografia: Gunnar Fischer
Figurino: Manne Lindholm
Edição: Lennart Wallén
Elenco: Max Von Sydow , Gunnar Björnstrand , Bengt Ekerot , Nils Poppe , Bibi Andersson

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

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M - o vampiro de Dusseldorf (1931)


Diante do olhar aterrorizante do assassino Hans Beckert e com melodias que fizeram jus as cenas; M - o vampiro de Dusseldorf (Fritz Lang, 1931) rompe com algumas convenções ao ser produzido para o gênero de horror, com características melodramáticas e expressionistas da época. É justamente por isso que o gênero só pode ser identificado ao final.

A obra de Fritz Lang funciona como um documento por ser uma tomada do expressionismo alemão - estilo cinematográfico bastante comum na época - que se caracterizou pela distorção de cenário e outras técnicas, com a intenção de expressar a maneira com que os realizadores enxergavam o mundo. Lang faz uso da deformação de detalhes para impressionar os espectadores. No caso de M – o vampiro de Dusseldorf, a visão de uma sociedade amedrontada por um infanticida.

“O expressionismo já não vê, mas tem visões. Ou seja, a realidade não é mais contemplada segundo os dados dos sentidos, mas o homem consegue tão somente projetar visões subjetivas e interiorizantes do real”. (RUBINATO, Alfredo).
Fritz Lang era uma pessoa extremamente detalhista – destacando cenários e símbolos – capazes de ofuscar qualquer tipo de insatisfação através da beleza das cenas. O expressionismo exemplificado pelo olhar de Hans criou um mundo só seu, ele que não se adaptou aos processos da realidade. A utilização do PPP (primeiríssimo plano), o zoom no seu semblante desesperador, a ausência do som no momento da perseguição do assassino; tudo isso enriqueceu a produção de uma grande obra que caracterizou a fase do expressionismo alemão.



Ficha Técnica
Direção: Fritz Lang
Roteiro: Thea von Harbou, Fritz Lang
Ano de lançamento: 1931
Elenco: Peter Lorre, Gustaf Gründgens, Ellen Widmann, Inge LandguOtto Wernicke, Theodor LoosFriedrich Gnab, Fritz Odemar

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

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A felicidade não se compra (1946)


(It's a Wonderful Life, 1946) Considerado um dos cineastas mais importantes da história do cinema, Frank Capra reuniu em uma única película tudo o que as pessoas vêm esquecendo com o tempo, o amor/atenção pelas pequena coisas. A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life, 1946) toca, e toca profundamente qualquer ser humano dotado de emoções. Antes de falar sobre essa história marcante, vou apresentar a vocês - em poucas palavras - Frank Capra. Cineasta norte-americano nascido na Sicília (1897-1991) e inventor da comédia romântica, Capra começou a carreira no cinema em 1921, dirigindo curtas-metragens e trabalhando como montador, redator de títulos e roteirista de programas cômicos. Entre suas produções mais conhecidas, estão: Aconteceu Naquela Noite (1934), A Mulher Faz o Homem (1939) e O Galante Mr. Deeds (1936). Mas foi em A Felicidade Não Se Compra que o diretor se consagrou.

O filme chegou a concorrer ao Oscar de melhor filme, diretor, ator, edição e som, mas infelizmente não venceu em nenhuma das categorias. George Bailey (James Stewart), um homem alegre e de bom coração, cresceu na pequena cidade de Bedford Falls, em Connecticut, mas sonha em viajar pelo mundo. Mas sempre que ele fazia planos, o dever parecia entrar em seu caminho. Preocupado em ajudar os outros, George sacrificou seu futuro para cuidar da empresa de seu pai, e mesmo não sendo o emprego dos seus sonhos, o seu casamento com Mary (Donna Reed) aliviou um pouco essa pressão e colocou a felicidade em seu caminho.Pai de família e cheio de responsabilidades, George passa a ser pressionado por Mr. Potter (Lionel Barrymore), que ameaça colocá-lo na cadeia em nome de uma dívida de 8 mil dólares. George acaba tentando suicídio pulando de uma ponte, quando então, um anjo chamado Clarence, aparece para mostrar a George o que teria sido de Bedford Falls se ele não tivesse nascido.

"It's a wonderful life" e até mesmo o nome em português, "A Felicidade Não se Compra", parecem fazer mais sentido agora. Isso porque George ganhou uma segunda chance; chance de viver novamente e abraçar sua família diante de tal compaixão.Quase 60 anos anos depois, o filme ainda é intenso, e diante de tantas produções que simulam o desrespeito e a desvalorização humana, a mensagem otimista de "A Felicidade Não Se Compra" parece que está longe de envelhecer. Não deixe de conferir essa obra prima!Emocione-se e chore diante dessa cena inesquecível!




Ficha Técnica

Título Original: It's a Wonderful Life
Gênero: Drama
Duração: 129 minutos
Ano de Lançamento: 1946
Direção: Frank Capra
Roteiro: Frances Goodrich, Albert Hackett e Frank Capra, baseado em estória de Philip Van Doren Stern
Produção:Frank Capra
Música:Dimitri Tiomkin
Fotografia:Joseph F. Biroc e Joseph Walker

terça-feira, 12 de outubro de 2010

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Sherlock Jr. (1924)


Inaugurando minha coluna com a proposta de relembrar o cinema das antigas, começo apresentando a vocês Buster Keaton, um dos diretores mais intrigantes de todos os tempos.
Numa temporada onde filmes em 3D tomam conta do cinema mundial, aquelas obras antigas que não tem cor e muito menos som, caem no esquecimento.
Com James Cameron as tecnologias cinematográficas foram revolucionadas e agora só ouvimos falar em Avatar. Mas garanto que aqui será diferente.

Sherlock Jr. (Buster Keaton, 1924) é um filme de apenas 44 minutos, mudo e p&b, nada disso capaz de ofuscar sua qualidade. Aspirante a detetive, um projecionista de cinema é acusado de roubar o relógio do pai de sua namorada. Triste, ele volta ao trabalho e adormece durante uma projeção. No seu sonho - fazendo um contraponto entre a realidade e ilusão - ele acaba entrando na tela do cinema no papel de um dos detetives mais famosos do mundo, Sherlock Jr.

Mesmo sendo o menor longa-metragem de Keaton, esse filme tem um ritmo alucinante, que aproveitando os dotes extras do cineasta, ele fez questão de executar as chamadas gags (corrida, fuga, queda, acrobacia), deixando o longa ainda mais divertido. O cinema cômico não tem hora ou lugar para ser produzido e Buster Keaton o fez com bastante eficácia, ao lado de grandes nomes como Charles Chaplin e Harold Lloyd.

Sem generalizar, mas as pessoas deveriam dar uma oportunidade aos filmes de outras décadas. Uma boa fonte de pesquisa sobre "o que assistir" é o livro "1001 filmes para ver antes de morrer" (Steven Jay Schneider), que faz um breve comentário sobre diversas obras de diferentes épocas. Uma boa dica para quem está a fim de fugir da explosão de clichês produzida por Hollywood.

"[...] a corrente do cinema flui mais rapidamente do que as outras, de que seus gostos se entredevoram, de que os clássicos são logo esquecidos, de que as inovações não tardam a envelhecer, de que a inspiração pode nos abandonar repentinamente." (Jean-Claude Carrière, A linguagem secreta do cinema, 1995).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

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Monstros

(Monsters, 2010)



Gareth Edwards, que ja trabalhava com efeitos especiais para documentários, agora estréia com seu primeiro longa, tendo o mesmo escrito o roteiro, dirigido e trabalhado nos efeitos especiais (no porão de sua casa). Tudo isso com meros 500 mil dólares. Muitas pessoas comparando com Distrito 9 e Cloverfield, mas será?

Em Monstros, uma sonda espacial da NASA detecta vida fora do Planeta Terra e, seis anos antes o filme ter inicio, a mesma sonda caiu no México, trazendo amostras da vida extraterrestre, que logo se tornariam enormes criaturas (dai nasceu a associação com Cloverfield). Dividindo, assim, o México em duas partes, sendo uma chamada de "Área infectada". 

O filme todo se passa, praticamente, no México, um país do terceiro mundo (dai nasceu a associação com Distrito 9), mostrando a destruição e o holocausto que iniciou-se seis anos antes, quando as criaturas aterrissaram; O modo como a cultura mexicana se adaptou as criaturas, a forma como a invasão foi tratada pelos Estados Unidos, que logo criaram muros enormes em volta das fronteiras com o México, para manter as criaturas afastadas.

Por trás disso começa a trama do filme: Um repórter precisa resgatar a filha do seu chefe, Sam, que por acaso estava do outro lado do muro. A travessia, se torna toda uma desgraça, acontecendo todo tipo de coisa que é possivel de imaginar em filmes desse gênero. A câmera trêmula da um tom de documentário, o que ajuda seguir desenvolvendo a trama, que mostra desde o inicio não querer fazer um "novo filme de terror do ano" e sim mostrar o impacto e ações que os estados tomariam, contra a invasão. Ou talvez Gareth queria fazer um filme de terror, mas não teve dinheiro o suficiente para bancar todas as cenas. Mas ainda fico com a opção A.

Na minha sincera opinião, sem desmerecer o filme, Monstros não é nenhuma obra de arte. Passa muito longe disso, mas vale reconhecimento. Afinal, não é todo dia que vemos uma pessoa fazer o que Gareth fez com meros 500 mil dólares. Ainda mais no que se diz um filme Alienígena. 

Os monstros do título, na verdade, são coadjuvantes, eles estão implícitos a maior parte da película, ou mostrados no escuro, como vultos. O que da uma idéia de que Gareth não quis fazer um filme de criaturas gigantes convencional. Sem a ação dominante de ataques dos alienígenas, seguimos a caminhada do repórter e da filha do seu chefe, pela destruição, até a fronteira.

O trailer do filme engana: A tensão de Cloverfield e a ação de Distrito 9 não estão presentes em Monstros. Mas afinal, essa história de que filmes com criaturas gigantes precisam de ação para sustentar a trama é um puta clichê americano. E acho que nessa parte do show entra Monstros: quebrar a cara dos americanizados de plantão e mostrar um filme com seres grotescos de enormes, sem ação. Pela iniciativa do diretor amador, vale muito a pena pagar o ingresso.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

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Machete


Em 2007, Quentin Tarantino e Robert Rodriguez fizeram um projeto chamado Grindhouse, com o propósito de relembrar das grindhouses, locais onde passavam dois filmes juntos, pelo preço de um único ingresso. Filmes exploitation, filmes b, trashs eram as atrações principais. Como uma homenagem ao cinema sessentista/setentista desse gênero, Rodriguez fez sua parte com Planeta Terror e Tarantino com À prova de morte (que demorou longos três anos para ser lançado no Brasil). No intervalo desses filmes, passavam trailers fictícios, e foi assim que nasceu Machete.

Rodriguez é uma diretor bipolar. Com intervalo de dois anos, ele lançou Planeta terror e A pedra mágica. Vocês podem imaginar? O por que disso, eu já não sei. O que eu sei, é: quando Rodriguez decide fazer o certo, ele realmente volta às origens, fazendo jus aos filmes que o consagraram (Um drink no inferno, Era uma vez no méxico).

Em Machete, ele abusa tanto de situações clichês e personagens estereotipado intencionais, que o filme acaba se tornando a maior diversão do ano, talvez. O filme acontece logo após que Machete começa a ser perseguido pelo chefão do tráfico mexicano, interpretado por Steven Seagal. Seu refugio é o Texas, e a trama realmente começa quando Machete aceita um serviço de um tal "Michael Booth": Assassinar o senador       McLaughlin. Mas quando Machete vai por o plano em ação, descobre que tudo não passa de uma armadilha, e logo após, Machete quer vingança.

No filme você vai encontrar muito sangue, situações cômicas, enfermeiras com metralhadoras, Lindsay Lohan vestida de freira (que por motivos inexplicáveis, eu confundi com a Scarlett Johansson), Michele Rodriguez "caolha", Robert DeNiro vestido de mexicano e muitas outras coisas que você nunca imaginou presenciar.

Para dar suporte aos diálogos cômicos, falas como "Deus tem piedade. Eu não" ou "Nós não cruzamos a fronteira. A fronteira nos cruzou". Tudo isso sem perder o ritmo do roteiro, que segue, sanguinolento, até o final.

Robert Rodriguez transformou aquele trailer falso de Machete em um filme grande, que deixa "Os mercenarios" do Stallone no chão, chorando como uma criança manhosa. O verdadeiro significado de "Cinema pra macho".

domingo, 3 de outubro de 2010

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Resident evil: Afterlife



Resident evil, pra mim, foi a melhor sequência de jogos de terror que ja inventaram. Passava horas a fio jogando, quando criança, e até hoje em dia, quando da saudades, ligo o console e vou fugir de alguns zumbis. Mas até que, em 2002, algo novo surge na minha frente: Um cartaz enorme anunciando "resident evil: o hóspede maldito" como próxima sessão de cinema. Fiquei louco de curiosidade, mas logo ela passou e deu lugar ao desgosto. Mesmo naquela época não sabendo direito o que realmente "significava" cinema, sabia que esse filme era uma bomba.

Eu via personagens que não estavam no jogo; uma história bem diferente da apresentada no jogo e Alice: "Mas que merda é Alice?". Mas Paul W.S. Anderson não tinha feito tanta coisa errada assim; digo até que o primeiro Resident evil foi algo... legal. Assim foi com o segundo, e no terceiro já não sabia mais o por que da franquia chamar Resident Evil.

Agora estamos no quarto filme da série: Afterlife. O filme ja começa muito viajado, com boas sequências de ação, mas só isso, desde que não há roteiro que salve Resident evil do fracasso. A ponta de esperança que eu tinha, já que o diretor era o mesmo do primeiro, era quase nula, e depois de longas cenas em "slow motion" (por causa do 3-D), ela desapareceu. Mas não vou criticar o fator 3-D do filme, pois parece que foi bem utilizado; Exagerado, as vezes, mas o público deve ter pago justamente por isso: um machado-amaciador gigante de carne voando em direção da tela.

Uma coisa que me intriga é a infidelidade da sequência cinematografica com a franquia de jogos: parece que não querem seguir fiéis em nada, com a história do jogo. Personagens importantes desde o primeiro jogo da franquia, aparecem por aqui, totalmente "fúteis", assim dizendo: Wesker, Chris... Não espero que quem só veja os filmes, entenda a importância desses personagens na trama.

E nesse quarto, se você achou Nemesis um personagem forçado (acredite, ele realmente existe nos jogos), você vai ficar constrangido com os "novos" que criaram. Agora temos zumbis, que mais parecem vampiros do blade: eles abrem a "boquinha" e sai aqueles trezentos dentes; temos cachorrinhos que, por acaso, abrem no meio e viram uma boca gigante (isso não existe no jogo, e nem em qualquer tosquice que ja inventaram) e até mesmo um personagem que parece ter saido de outro jogo: como eu ja disse, com um meio machado, meio amaciador de carne gigante.

Como fã em potencial dos jogos da série Resident evil, sou suspeito em criticar a sequência cinematográfica. Mas creio que uma franquia de jogos, pode se dar bem no mundo do cinema, como aconteceu com Silent Hill: tirando alguns detalhes, o filme foi muito fiel a história do primeiro jogo, que saiu para playstation.

Agora se você é, assim como eu, fã dos jogos e tinha uma ponta de esperança nesse último, recomendo ficar em casa e assistir outra coisa: Resident evil: degeneration. Que é um filme animado da capcom , todo fiel a história dos jogos. Vale muito a pena conferir.